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Centrais sindicais defendem Venezuela contra “escalada imperialista” dos EUA

19/10/2025
in Política Brasil
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Centrais sindicais defendem Venezuela contra “escalada imperialista” dos EUA

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Seis centrais sindicais brasileiras saíram em defesa da Venezuela nesta sexta (17) afirmando que a ação autorizada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o ditador Nicolás Maduro é uma “perigosa escalada imperialista”. A operação, segundo o mandatário norte-americano, tem o objetivo de combater o tráfico internacional de drogas.

No entanto, para as entidades brasileiras, a real motivação de Trump seria uma busca por “recolonizar” e controlar a América Latina “considerada sua ‘zona de influência’ de forma arrogante e inaceitável”.

“De maneira hipócrita, o governo Trump fala em ‘defesa da democracia’, mas por trás desse discurso está a tentativa de restaurar o poder das elites venezuelanas ligadas a Washington, grupos que historicamente empobreceram o povo e tentam reverter os avanços sociais conquistados em mais de duas décadas de Revolução Bolivariana”, dizem em nota (veja na íntegra mais abaixo).

VEJA TAMBÉM:

  • Lula defende Venezuela e diz que presidente de fora não deve dar palpite

A manifestação contra a ação dos Estados Unidos na Venezuela é assinada por dirigentes da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e Intersindical.

As entidades seguem na crítica afirmando que os Estados Unidos adotam uma tática semelhante à realizada durante a Guerra Fria, com a “promoção de golpes militares” em que o “imperialismo norte-americano intervinha direta ou indiretamente para subjugar governos soberanos”.

“Longe de promover a democracia, o cerco militar à Venezuela representa uma ameaça intervencionista de consequências imprevisíveis, que pode arrastar toda a região a um novo ciclo de guerras e instabilidade”, completaram na nota pedindo a “mobilização e articulação de forças populares e governos da região” – “em especial o governo brasileiro”, pontuam.

Durante o anúncio da ação na última quarta (15), Trump afirmou que o governo está considerando operações em terra, alegando que já tem o mar “sob controle”, com navios no Caribe já atuando.

“É duro, mas você perde três pessoas (narcotraficantes) e salva 25 mil”, disse ao justificar os bombardeios contra lanchas que, de acordo com o governo americano, transportavam grandes quantidades de entorpecentes. O republicano acrescentou que cada uma dessas embarcações levava drogas suficientes “para que milhares de pessoas morram de overdose”.

Durante a coletiva na Casa Branca, Trump confirmou também que autorizou a Agência Central de Inteligência (CIA) a realizar operações encobertas na Venezuela, conforme havia antecipado o jornal The New York Times. Segundo o presidente, os líderes do regime de Nicolás Maduro “esvaziaram suas prisões” para enviar criminosos aos Estados Unidos, além de estarem envolvidos diretamente com o tráfico internacional de drogas.

“Acredito que a Venezuela está sentindo pressão, mas acredito que muitos outros países também”, completou.

Veja abaixo a nota completa das seis centrais sindicais contra a ação dos Estados Unidos na Venezuela:

As Centrais Sindicais brasileiras manifestam profunda preocupação com a escalada militar dos Estados Unidos contra a Venezuela. Trata-se de uma série de manobras que ameaçam não apenas o país vizinho, mas também a soberania nacional, a paz e a estabilidade da América Latina.

Sob o falso pretexto de combate ao narcotráfico, o governo de Donald Trump conduz ações militares provocativas e ostensivas, em flagrante violação ao direito internacional. Entre essas ações estão:

  • o envio de aviões B-52 – bombardeiros estratégicos de longo alcance e alta capacidade de destruição – para sobrevoar o território venezuelano;
  • o posicionamento de oito navios de guerra na costa do país;
  • a explosão de embarcações civis; e
  • a autorização pública para que a CIA realize operações encobertas em solo latino-americano.
  • São medidas que reproduzem práticas usadas pelos EUA na promoção de golpes militares durante a Guerra Fria, quando o imperialismo norte-americano intervinha direta ou indiretamente para subjugar governos soberanos.

Como naquela época, o país busca recolonizar o que chama de “hemisfério ocidental”, reafirmando seu desejo de controle sobre a América Latina, considerada sua “zona de influência” de forma arrogante e inaceitável.

De maneira hipócrita, o governo Trump fala em “defesa da democracia”, mas por trás desse discurso está a tentativa de restaurar o poder das elites venezuelanas ligadas a Washington, grupos que historicamente empobreceram o povo e tentam reverter os avanços sociais conquistados em mais de duas décadas de Revolução Bolivariana.

No plano geopolítico, a contradição é ainda mais evidente: longe de promover a democracia, o cerco militar à Venezuela representa uma ameaça intervencionista de consequências imprevisíveis, que pode arrastar toda a região a um novo ciclo de guerras e instabilidade.

Diante desse cenário, torna-se urgente a mobilização e a articulação das forças populares e dos governos da região, em especial o governo brasileiro, para conter essa perigosa escalada imperialista.

É hora de erguer a voz em defesa da soberania, do diálogo e da autodeterminação dos povos. É hora de unir forças para dizer: não à guerra, não à intervenção, sim à paz e à integração latino-americana.

Antonio Neto
presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros)

Sérgio Nobre
presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores)

Miguel Torres
presidente da Força Sindical

Ricardo Patah
presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores)

Adilson Araújo
presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)

Nilza Pereira de Almeida
secretária geral da Intersindical

Fonte: Gazeta

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